"Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Se agregar não é segregar
Se agora for, foi-se a hora
Dispensar não é não pensar
Se saciou foi-se embora
Se lembrar não é celebrar...
Dura - lhe a dor quando aflora
Esquecer não é perdoar
Se consagrou sangra agora
Tempo de dá colo, tempo de decolar
O que há é o que é e o que será(nascerá, nascerá...)
Reciclar a palavra, o telhado e o porão...
Reinventar tantas outras notas musicais...
Escrever o pretexto, o prefácio e o refrão...
Ser essência... Muito mais...

A porta aberta, o porto acaso, o caos, o cais...
Se lembrar de celebrar muito mais."
Quando não há o que se falar,
Deixar que algo traduza
O que seus sentidos não compreenderam
Hoje essa música me traduz...
[Dia tranquilo
E ao mesmo tempo inquieto
Ótimos momentos
Com quem me acompanha
Mas nada mais que o normal...
Hoje a critiavidade me abandonou...
Devo ter deixado-a cair por uma esquina qualquer...
Por isso faço dessa letra
Palavras minhas
Algo que eu não posso esquecer
"Celebrar muito mais"
"Ser essência muito mais"
Às vezes eu me pergunto
Se ceder tantas vezes em favor de outrem
Não seria anular-me...
Recusar a ser eu mesma.
Ou será que essa maneira de ceder
Esse altruísmo que me persegue
Será enfim o que sou?
Enquanto não descubro
Sigo meu caminho
Com aquele altruísmo que me persegue...
Que nunca me abandone então...]
"Foi bom, e é bom e o que será
Por pensar demais eu preferi não pensar demais
Dessa vez
Foi tão bom e por que será"
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