sábado, 25 de abril de 2009

Pas de deux

Os passos certos do incerto bailar...


sentimentos conturbados...


desejos esclarecidos...


sub-respostas, sub-sentidos...



O passado e o presente, se enroscando,


justamente para não me permitir prever o futuro...




E tantas vezes fui eu que conduzi os passos,


se deixar conduzir pelos passos inesperados do destino


é simplesmente desesperador...



Eu quero a minha vida em minhas mãos....



Ainda encontro a bússola do meu coração...
Ainda bailo o pas de deux com o amor...






segunda-feira, 13 de abril de 2009

A menina das mil intensidades

A menina das mil intensidades,
Sentiu a dor intensa....


Vem e salva-me agora....


A espera já está tão longa,
Não mais quero aguardar...

A intensidade não me permite possuir a serenidade...


Me tira desse furacão,

Juro que me deixo levar

Ainda preciso do super-herói....

terça-feira, 7 de abril de 2009

Disritmia

Vem e arrebata-me novamente...

A tanto guardado e esquecido no vão livre do não-amor

Vem e leva-me além das ilusões infrutíferas...

Leva-me do liame entre o sonho e a realidade

Tão vívidos quanto irreais...


Vem e leva-me da ética, dos receios provincianos

Arrebata-me em tua realidade...

Arrebata-me em teus arroubos de heroísmo

Salve a donzela que a muito perdeu-se de amor....
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O lirismo que só me faz bem,

Que se renova a cada disritmia...

Ah como adoro ser a menina dos encantamentos!!!!

domingo, 5 de abril de 2009

O meu anjo dirigiu seus versos a mim...

Homenagem recebida de um querido ponto de luz de minha existência...

Impossível não ficar lisonjeada com suas palavras...

O meu anjo dirigiu seus versos a mim...
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Você é um Anjo
Bruno Costa
Seres estranhos são esses tais amigos,
Semeiam em nós talvez contradição,
Transformam nossa vida em rebuliços,
Mas nos mostram o que é união.

Talvez alguém dum passado enfim,
Diria que você fora um anjo,
Já eu - poeta do acaso - diria,
Diria que você é o meu anjo.

Poucas palavras não hão de bastar,
Pouco poeta em mim pode dizer,
Descrever-te é como falar em enigmas,
Que poucos iriam querer entender.

Mas talvez apenas de ilusões,
Dessas que formam os poemas,
Talvez apenas a contradição,
Faça em nós o sentido e o tema.