E por que a vida
Insiste em me desequilibrar
Quando o equilíbrio parece se instalar?
Insiste em fazer do caos
A constante
Ao invés da calma...
Caixa de Pandora aberta...
Libertando todo o caos da minha vida...
Então não se sabe o que pensar
Não se sabe como agir
A dúvida toma lugar
As certezas absolutas caem por terra
Caem também as outras certezas que nem eram tão certas assim...
Caixa de Pandora aberta...
A agora só me basta organizar,
Prender meus monstros
Honrar meus méritos...
Que os Deuses me ajudem nessa missão...
Ou então se divirtam
Observando minhas tentativas inúteis
De ter minha vida em minhas mãos...
__________________________________
Me mato pra não morrer[?]
“Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei por que moro ali
Eu não sei por que estou...”
[Para quem me conhece
E crê que sou segura em tudo que faço
Uma das minhas faces mais humanas:
Minhas indecisões]
É um fato: não sei o que quero...
E acho um absurdo exigirem que eu saiba...
Não sei que caminho seguir,
Não sei minhas prioridades.
Uma de minhas teses:
Pode-se entender qualidade de vida
Por duas vertentes:
Aquela que dita uma vida regada ao consumismo e conforto
E a que preza pela vida tranqüila,
Sem luxo,
Mas completa de sentimentos e sentidos...
Mas há muito mais entre o céu e a terra
Do que sonha nossa vã filosofia...
Porque não um equilíbrio entre as duas?
Porque eu tenho que me matar para não morrer?
Questões que não são respondidas em sala...
Tentativas me responderão...
____________________________________________
Tradução diária:
Ocorre uma interminável tempestade de areia dentro de mim
Chove, mas continua seco...
O paradoxo dos sentidos,
Dos valores,
Das certezas...
"Eu me ofereço inteira, e você se satisfaz com metade..."
[E apesar de todas as dificuldades
Como é bom chegar em casa
E ainda poder ouvir tua voz...
Carinho,
Risadas,
Oitiva,
Conselhos,
Cumplicidade...
Ponto de luz do meu dia...]
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
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