sábado, 30 de agosto de 2008

Encontros casuais com o meu eu

E porque tudo surge ao mesmo tempo?
Porque a roda viva da minha vida
Insiste em girar ao contrário dos meus desejos?
Acontece que,
Quando o marasmo se instala
Não há quem o faça ir embora,
Mas quando boas coisas surgem,
Tantas mais aparecem
E a vontade de abarcar o mundo se faz presente
O sentimento que o coração é maior que o universo
A vontade de não se restringir.
O idealismo.


E as escolhas...
Como um ser tão indeciso como eu
Pode ser impelido a tomar decisões a todo o momento?
Questão não respondida em sala
A vida me responderá
O porquê de tantos caminhos
Sem nenhuma seta para guiar...
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Sorrisos distribuídos
Dócil entrega ao dia,
A leveza da alma leve
O mel que mais pode que o vinagre...
Porque seria rude?
Se todos só esperam um sorriso meu para sorrirem de volta...
Porque seria grossa?
Se todos só esperam uma mão estendida para depois agradecer...
Porque reclamaria da vida?
Se a tenho em tão perfeito estado...
Porque seria amarga?
Se a minha natureza é a docilidade...

Encontros casuais com o meu eu
Permitem essas constatações.
Encontrar minha essência.
Encontrar a mim...

[Tantas questões.
Tão poucas respostas...]

Um comentário:

Diego Paes disse...

ossa, mano, c tá screveno bem, hein... Carol... To me surpreendendo contigo...
Parabéns, bjaummm

Dih