E essas lágrimas internas
Teimam em sentir o exterior
Teimam em surgir em momentos inoportunos...
Já não está tão difícil minhas con-vivências
Para vocês resolverem aos meus olhos verterem-se em saltos?
E se este é o meu refúgio
E todas as minhas dívidas estão pagas
Por que esconder de mim mesma
Aquilo que não me deixa esquecer?
E se pensas que esqueci
Não esqueci
E se pensas que perdoei
Não perdoei
E se pensas que toleraria ser tratada daquela forma
Nunca mais se atreva a me chamar daquele modo
E se achas que a carapuça serve
Retrate-se
E se achas que é somente para você
Engana-se
E se achas que nunca fez nada para me magoar
Engano duplo
Tantas vivências
Tantos erros
Sim, se gostas de mim
Sei que algum dia me magoará
Mas os inimigos diferem-se dos amigos
Porque estes ao magoarem a pessoa querida
Logo percebem seu erro
E instantaneamente ou em doses homeopáticas
Pedem desculpas, direta ou indiretamente...
Já o inimigo atinge o seu fim maior...
Fere e abandona...
Porque a cegueira tem tomado conta do mundo?
Porque não se encara a verdade?
Assuma:
Ele (a) não ama
Ele (a) não presta
Ele (a) te usa
Encare a verdade sem receio...
É tão reconfortante se libertar das desculpas para os atos alheios
E simplesmente se dar o privilégio da raiva...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário